O blog “O Pasto de Éguas” completou um ano de existência, (12/02) e é uma boa ocasião para fazermos um balanço sobre ele.
Foram vários os fatores que nos motivaram a criar este espaço.
A estática e a acomodação generalizada, nos fez pensar o quão bom seria um espaço democraticamente “limpo” e livre de interferências para promoção de debates sobre os interesses da cidade, usando a crítica consciente como ferramenta básica, para às vezes revoltadas, outras vezes humoradas formas de manifestações.
A analogia a famosa lenda da “praga do padre” - que tem sua fundamentação nos boatos antigos - nos traz o questionamento sobre a mentalidade anticrítica e conservadora de nosso povo, e a pergunta: será que ainda somos, e/ou sempre seremos um pasto de éguas?
Não somos mais a comunidade de 1912 (possível período da origem da lenda), e não devemos guardar ainda os injustificados preconceitos e retrações ao desenvolvimento humano-intelectual que as novas gerações potencialmente podem nos trazer.
O que se vê generalizadamente espalhado em nossa comunidade é a postura omissa de nossos cidadãos frente às arbitrariedades e ilegalidades cometidas, ano após ano, pelos diversos mandatários municipais, principalmente de uma “pseudo-elite intelectual”, figurinhas carimbadas há décadas nos diversos eventos sociais-culturais, que possuidores de boa formação intelectual, preferem por pintar Maria da Fé como um lugar idílico, a “Suíça alterosa, recanto ditoso de nossas vidas, de belas matas e montanhas rudes, de todos amada, muito querida” . Trata-se de uma omissão deliberada, consciente.
A crítica que sustenta nosso movimento recai no questionamento: quais os motivos dessa omissão generalizada?
Foram vários os fatores que nos motivaram a criar este espaço.
A estática e a acomodação generalizada, nos fez pensar o quão bom seria um espaço democraticamente “limpo” e livre de interferências para promoção de debates sobre os interesses da cidade, usando a crítica consciente como ferramenta básica, para às vezes revoltadas, outras vezes humoradas formas de manifestações.
A analogia a famosa lenda da “praga do padre” - que tem sua fundamentação nos boatos antigos - nos traz o questionamento sobre a mentalidade anticrítica e conservadora de nosso povo, e a pergunta: será que ainda somos, e/ou sempre seremos um pasto de éguas?
Não somos mais a comunidade de 1912 (possível período da origem da lenda), e não devemos guardar ainda os injustificados preconceitos e retrações ao desenvolvimento humano-intelectual que as novas gerações potencialmente podem nos trazer.
O que se vê generalizadamente espalhado em nossa comunidade é a postura omissa de nossos cidadãos frente às arbitrariedades e ilegalidades cometidas, ano após ano, pelos diversos mandatários municipais, principalmente de uma “pseudo-elite intelectual”, figurinhas carimbadas há décadas nos diversos eventos sociais-culturais, que possuidores de boa formação intelectual, preferem por pintar Maria da Fé como um lugar idílico, a “Suíça alterosa, recanto ditoso de nossas vidas, de belas matas e montanhas rudes, de todos amada, muito querida” . Trata-se de uma omissão deliberada, consciente.
A crítica que sustenta nosso movimento recai no questionamento: quais os motivos dessa omissão generalizada?
