quinta-feira, 4 de julho de 2013

Comentários à postagem de Leonardo Bueno - por Cássia Almeida

"Infelizmente, Leonardo Bueno, o Poder Executivo poderia e tinha o dever de evitar toda e qualquer manifestação, mas não o fez enquanto devia. E ainda perdeu a grande oportunidade que teve, após a pacífica e amigável primeira manifestação, de chamar a população e ouvir suas reais reivindicações. Um povo não se une e vai para a rua por nada. Quando isso acontece é porque o pavio já ficou curto demais para ser controlada a chama. Principalmente em cidades pequenas como a nossa onde a grande maioria, ao contrário de você, depende sim do trabalho junto ao Poder Público para sobreviver e se cala por medo de sofrer retaliações (como tem acontecido aqui). Na melhor hora de chamar o povo para si e, ao menos, tentar ouvir para amenizar a situação, o Executivo resolve (na sua mais desprezível atitude) publicar um Decreto PROIBINDO as manifestações durante o Festival!!! Ora, meu caro, o que esperar de uma população até então adormecida que aprendeu que pode falar e ainda exigir seus direitos diante de um ato ditatorial e inconstitucional como este??? Difícil pedir aqui que os ânimos sejam acalmados e que as bocas se calem novamente, não acha? O tal DECRETO além de inconstitucional serviu mais como munição para uma população cansada de tantas ameaças e afrontas. Sou mariense e sempre amei minha terra, mas jamais imaginei assistir cenas como essas. Sou turismóloga por formação e sei o quanto uma manifestação como esta pode negativar o que há anos foi construído para elevar o nome da cidade. Mas te digo que de nada adianta Festival se a cidade está um caos; de nada adianta passar simplesmente a imagem de uma cidade "suíça" perfeita se o povo aqui sofre com falta de infraestrutura básica, com falta de moradia, com enchentes (como as que destroem constantemente a rua onde moro), com falta de um atendimento hospitalar digno (como já teve antes); de nada adianta passar a bela imagem da organização se os funcionários públicos não são respeitados e não recebem nem mesmo o aumento salarial que lhes é assegurado por lei; de nada adianta a imagem da cidadezinha linda e agradável se seus professores esperam por um plano de carreira que lhes defenda; de nada adianta estar nas páginas de belas revistas nacionais se nos tribunais os processos eleitorais e políticos somam milhares de páginas, devidamente embasadas, a serem julgadas; sem falar em transporte escolar e outras tristes mazelas; de nada adianta sentir o orgulho da terra (como eu sempre senti) se não se pode ter orgulho de seus representantes (como não consigo agora)."

Égua Vegetariana

CONSIDERAÇÕES SOBRE POSTAGEM DE LEONARDO BUENO

CONSIDERAÇÕES SOBRE POSTAGEM  DE LEONARDO BUENO


Com todo o respeito que lhe tenho Leonardo Bueno, coloco abaixo, algumas considerações quanto a sua mensagem, lembrando que não é pessoal e sim por um coletivo que, finalmente se forma em nosso meio:

São palavras suas: “Hoje, não é segredo para ninguém que já fiz meu nome fora, as melhores lojas das capitais compram meu trabalho e não dependo da venda local do meu produto. Mesmo assim, mantenho um show room na entrada da cidade, sempre iluminado a noite. Não dependo do Festival de Inverno, mas sou a favor do turismo.”

Todos nós somos a favor do turismo. os festivais que aqui hoje acontecem são divulgadores de talentos, além do seu. mas são meios fugazes, relâmpagos, sem continuidade, fato é que não temos secretaria de cultura e turismo que é um canal de busca de incentivos, de motivações e investimentos. Não temos secretaria de agricultura e também não temos uma secretaria do meio-ambiente.

Quanto ao que você declara: “Gente, é tão difícil divulgar um trabalho, uma cidade. Destruir um trabalho de divulgação é tão fácil. Por isso, peço encarecidamente a vocês que pensem seriamente se para ser contrário a políticos precisa ser contra a necessária divulgação de nossa cidade.”

A divulgação de uma cidade com potenciais turísticos é imprescindível que os moradores estejam comprometidos com esta proposta e para tanto, o gestor municipal precisa investir nos serviços básicos tanto quanto investe no ‘glamour’ dos eventos pois turistas são cidadãos e naturalmente devem ser recebidos, em qualquer dia do ano, de forma séria, profissional.

Você afirma: “Roupa suja se lava em casa e não na frente de visitas.”


Não mais, Leonardo Bueno quando a sujeira se prolifera na máquina administrativa e com o dinheiro público.
É o que o Brasil todo se rebela quanto a fazer bonito às custas e detrimento de direitos e deveres. Veja os estádios mirabolantes. Temos o nosso “estádio” na praça.

Quanto a esta informação: “Prestação de contas se pede com requerimento e denúncias se faz por escrito ao Ministério Público. Que tal manifestar para mostrar nossa força aos políticos, ao Promotor ou quem de direito que possa agir? Manifestação para turista ver, não vai resolver nada e prejudicar a todos porque o comércio propulsiona a cidade e paga salários.” , 

Digo-lhe que não é para turistas verem mas sim para que entendam um evento ou qualquer divulgação de talentos se faz com a ‘casa arrumada’.

E finalmente quanto ao seu desabafo: “Não precisamos de prefeitura, porcaria de político nenhum. A força é nossa, de nosso trabalho e o nome que vai ecoar na região nos próximos dias não será do Prefeito ou da primeira dama, mas sim MARIA DA FÉ!!!!!!!!!!!!!!!!”

Afirmo-lhe que é exatamente pela cidade de Maria da Fé, que vem sendo velada como um lugar sem problemas, sem dificuldades. Mas o  que temos é ausência de investimentos e cuidados.
Precisamos sim de políticos locais comprometidos com a cidade juntamente com a força do nosso trabalho. Não precisamos de fato, de porcalhões, principalmente intitulando-se como “político”.

Abraços

ÉGUA DA TERRA


Manifestações no Festival - colocações de Leonardo Bueno

Olá a todos! Vocês já me conhecem, sou Leonardo Bueno e trabalho com arte. Acredito no poder das manifestações, sou a favor das reivindicações e acho que o povo de Maria da Fé, como todo o Brasil, tem motivos para cobrar os políticos eleitos, afinal são NOSSOS representantes, o poder é do povo e o mandato é nosso. Particularmente, todos sabem que divulgo o nome de nossa cidade por onde passo. Em todos os jornais, revistas e TV faço questão de dizer que sou mineiro de Maria da Fé, e tenho orgulho disso. Hoje, não é segredo para ninguém que já fiz meu nome fora, as melhores lojas das capitais compram meu trabalho e não dependo da venda local do meu produto. Mesmo assim, mantenho um show room na entrada da cidade, sempre iluminado a noite. Não dependo do Festival de Inverno, mas sou a favor do turismo. Eu já dependi de vendas de festival local para pagar minhas contas e manter meus funcionários e conheço muitos pequenos artesãos que estão dependendo de vendas deste festival. Gente, é tão difícil divulgar um trabalho, uma cidade. Destruir um trabalho de divulgação é tão fácil. Por isso, peço encarecidamente a vocês que pensem seriamente se para ser contrário a políticos precisa ser contra a necessária divulgação de nossa cidade. Constranger o turista com manifestações durante o evento vai acrescentar alguma coisa? Não, vai fazer o visitante ir embora com uma péssima impressão. Maria da Fé não merece isso, pois ninguém vai dizer que o Prefeito ou a Primeira Dama, que eles nem conhecem, são ruins, mas vão sim é falar mal da nossa cidade. Roupa suja se lava em casa e não na frente de visitas. Eu mesmo estava no dia do primeiro protesto e sempre estarei, desde que isso não prejudique a cidade ou o comércio local. Vamos separar as coisas. Uma manifestação que estragar o evento não vai trazer de volta absolutamente. Prestação de contas se pede com requerimento e denúncias se faz por escrito ao Ministério Público. Que tal manifestar para monstra nossa força aos políticos, ao Promotor ou quem de direito que possa agir? Manifestação para turista ver, não vai resolver nada e prejudicar a todos porque o comércio propulsiona a cidade e paga salários. Acho que a melhor forma de manifestarmos é unirmos e cada um fazer o melhor para Maria da Fé, sem depender de políticos e mostrar que o poder de construir uma cidade melhor é da união de todos. Não precisamos de prefeitura, porcaria de político nenhum. A força é nossa, de nosso trabalho e o nome que vai ecoar na região nos próximos dias não será do Prefeito ou da primeira dama, mas sim MARIA DA FÉ!!!!!!!!!!!!!!!!


Égua Vegetariana

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O Verdadeiro Governante (Fé e Sabedoria)


Integra o Velho Testamento da Bíblia o Livro de Daniel, profeta judeu cativo na Babilônia. São admiráveis as várias estórias de fé inabalável em Deus. Mas as interpretações dos sonhos do rei babilônico Nabucodonosor me entusiasmaram bastante por demonstrarem a precisão profética de Daniel.

A estória da interpretação do primeiro sonho é a seguinte. No segundo ano de seu reinado, Nabucodonosor começou a ser atormentado por sonhos. Desejando entender seu significado, ele ordenou, então, que fossem chamados os sacerdotes, magos, conjuradores e feiticeiros do reino para que contassem a ele o sonho e sua interpretação. Eles, por sua vez, pediram ao rei que lhes contasse o sonho para que pudessem interpretá-lo. Acontece que o próprio Nabucodonosor não se lembrava de seu sonho e, percebendo a artimanha dos sacerdotes, magos e feiticeiros para arquitetar uma mentira, decretou que todos os sábios da babilônia fossem mortos.

Foi então que Daniel, junto de seus amigos Hananias, Misael e Azarias solicitaram a misericórdia de Deus para que eles também não fossem destruídos. Deus, numa visão noturna, revela então o sonho e sua interpretação a Daniel, que o faz saber a Nabucodonosor, conquistando sua admiração.

No sonho erguia-se diante do rei da Babilônia uma estátua com uma cabeça de ouro, peitos e braços de prata, ventre e coxas de cobre, pernas de ferro e pés de ferro misturado com argila. De acordo com a interpretação, as partes da estátua representariam os reinos humanos que se formariam sobre a face da terra até que se estabelecesse um reino definitivo, o reino de Deus, iniciado por Jesus Cristo.

Segundo os estudiosos da Bíblia, a cabeça de ouro representaria a Babilônia, o peito e os braços de prata, o Império Medo-Persa, o ventre e as coxas de cobre, o Império Macedônico, e as pernas de ferro com pés de ferro e argila o Império Romano. Este último descrito assim, pois era forte como o ferro, mas nunca conseguiu formar uma nação única, coesa. Além disso, ele seria o último império dos homens dado o fato de que foi nele que se iniciou o Reino de Deus com a vinda de Jesus, a pedra que esmiuçou o ouro, a prata, o cobre, o ferro e a argila no sono de Nabucodonosor.

A mensagem desse trecho do Livro de Daniel é a de que Deus domina nos reinos dos homens. Ainda que o homem seja livre para escolher, é Deus quem decreta o início e o fim dos impérios, é ele quem coroa e destrona os reis. O próprio Deus, no decorrer da estória, se encarregou de mostrar a Nabucodonosor “que o Altíssimo é governante no reino da humanidade e que ele o dá a quem quiser” (Daniel 4:32).

Por que se sucederam reis bons e reis déspotas? Por que não apenas brotaram “videiras boas”, mas também “videiras de uva brava”? Quem pode esclarecer os desígnios do Todo Poderoso? Quem pode chamar de bom ou mal aquilo que faz parte do mistério profundo?

Em Maria da Fé manteve-se no poder o mesmo prefeito que nós considerávamos que fizera um primeiro mandato aquém das expectativas. Mesmo com um índice de rejeição alto, o número de pessoas que acreditavam ser ele a melhor opção foi capaz de mantê-lo na prefeitura. Essa parte da população que não partilha da nossa opinião está errada? Estamos nós errados? Quem poderá responder a essas perguntas?

De minha parte posso dizer que ficou claro que o desejo de um município que invista no desenvolvimento sustentável, que se empenhe em políticas ambientais, que modernize sua infraestrutura, que incentive a agricultura de ponta, que crie empregos diretos não é um desejo comum a todos. Parece-me que o sistema de coleta de lixo inadequado já há algumas décadas, o rio cristalino transformado em aqueduto de esgoto e a favelização de alguns bairros realmente não incomodam tanto quanto pensei que pudessem incomodar.

Ainda há pessoas (no século XXI) que defendem que as estradas rurais tenham manutenção com cascalho, e não com projetos de pavimentação definitivos e sistemas de escoamento apropriado de águas pluviais. Não entendem que a tecnologia na maioria das vezes é mais barata que a falta de tecnologia. Que estradas precárias são entraves ao desenvolvimento dos bairros rurais.

Insisto em me perguntar: quando um prefeito no nosso município se preocupará com o nível de escolaridade (e não apenas o índice de alfabetização) dos cidadãos? Quando se preocuparão os vereadores cuidar para que nas escolas não seja ensinada apenas educação ambiental ou sexual, mas também educação financeira. Quando aceitarão que isso não é teoria, mas sim um conjunto de soluções práticas para o atraso crônico do nosso município?

Respeito a opinião da maioria, a final isso é democracia. Contudo, faço a observação de que talvez não seja a democracia o melhor sistema de escolha de representantes. Particularmente, acho que a “meritocracia” seria mais adequada, ou seja, seria eleito governante aquele que comprovadamente se mostrasse mais competente, aquele que tivesse mérito. Na verdade, não é impossível conciliar democracia e meritocracia. Associar essas duas coisas é o que muitos de nós tentamos fazer, mas nem sempre esse “muitos” representa a “maioria”.

Sempre reflito se o atual momento de Maria da Fé representa sua “cabeça de ouro” ou seus “pés de ferro misturado com argila”. De fato minha conclusão não é tão difícil de deduzir. Mas ainda não acho que seja o momento de perder as esperanças. Continuo a acreditar que o caminho para um estado de bem estar social não é difícil, basta pautar as ações públicas na resolução dos problemas sociais de nossa cidade. Se não for agora, isso certamente ocorrerá em outro momento.

Voltando a citar o Livro de Daniel, ele mesmo alerta Nabucodonosor sobre o fato de seus dias como rei terem um número finito e que a misericórdia para com os pobres poderia fazer com que sua prosperidade se prolongasse (Daniel 4:27). Assim, fica a dica para nossos governantes de como resolver problemas sociais e investir nas pessoas é importante.


Jardins Suspensos da Babilônia (Martin Heemskerck)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012



E A VIDA CONTINUA...



"Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos.” Assim afirmava Nietzsche.

Considerando os candidatos ao cargo do executivo, que podemos denominar pseudos políticos, (pseudos? é... pseudos mesmo). Pois bem, um deles, o disputante a reeleição foi denunciado por compra de votos, fazendo dos eleitores "instrumentos" de barganha. Ganhou o pleito. 

Um outro, já fora do páreo, que também barganhou em gênero, número e grau, eleitores como  "instrumentos", entrou com processo de denúncia de crime contra o candidato vencedor do pleito, acusando-o por ato de "dar ou oferecer dinheiro ou vantagem para obter voto", conforme previsto no Código Eleitoral.

E não é que o processo se transforma em "instrumento" de barganha?

Amargurado pela derrota, faz "inimigos" os adversários, mas não menos "úteis" pela  LEI DE GÉRSON, um princípio em que determinada pessoa age de forma a obter vantagem em tudo que faz, no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com questões éticas ou morais.

A Lei (do Código Eleitoral) determina: “Dar ou oferecer dinheiro ou vantagem para obter voto é crime previsto no Código Eleitoral, punido com pena de até quatro anos de prisão.”

A questão é: 

Quem é que ficará “preso” por mais 4 anos: os “inimigos” úteis ou os denominados “instrumentos” de Barganha?



domingo, 28 de outubro de 2012




A REGRA É VENDER
 
É o boato, a fofoca, trocando em miúdos, é afirmar para aqueles que são os cidadãos comuns, os “que pagam o pato”, o “banquete”,  os que “engolem os sapos”, servidos em alguns pratos abaixo, recheados de veneno e nenhuma consistência:


  •  Que o sistema de ensino ANGLO será retirado.
  • Os implementos agrícolas cedidos, mediante uma pequena taxa, não mais serão disponibilizados.
  • As festas, festivais, eventos incentivadores das iguarias locais, o artesanato, o comércio de forma geral, serão abolidas.
  • Os veículos disponibilizados para viagens para Cursos, Congressos, Tratamentos, serão restringidos.
  • As doações serão canceladas.

É a chamada desconstrução do adversário.  São as estratégias de guerra para a manutenção do poder. Mortal Combate. As armas são as Bocas Malditas. A munição, as palavras, projetadas nos alvos metodicamente arquitetados.

Da estratégia, incluem-se:


  • Gastar as verbas específicas das áreas consideradas essenciais;

  • Nutrir todas as possibilidades de juntar forças e...

  • DOA A QUEM DOER!!!!


Depois, após os poderes estarem em sintonia, (amarrados), prontos a se auto defenderem, colocando o que foi tirado no lugar, a vida seguirá na mais perfeita harmonia.

Por Lei, a Câmara só poderá ter acesso ao movimento das contas de 2012, após alguns meses.

Perfeito!

Amor à cidade? Consciência do bem comum? Melhorias? O QUE É TUDO ISSO?
Bobagens. Palavras bonitas. 

Manipular é imprescindível!

Aí temos um fenômeno interessante: 


UMA PLANTA NOVA PODE SER CRIADA A PARTIR DE UM GALHO.
A NOVA PLANTA IMITA A VELHA. A VIDA IMITA A VIDA.
A CONVIVÊNCIA IMITA A CONVIVÊNCIA.
SEM IMITAÇÃO, OS PÁSSAROS NÃO VOARIAM EM BANDO, CONFIGURANDO FORMAS GEOMÉTRICAS SURPREENDENTES.
SEM IMITAÇÃO NÃO PODERÁ HAVER ORDEM NAS SOCIEDADES HUMANAS OU EM COLETIVO ALGUM CAPAZ DE INTERAGIR.


Como desfecho deste triste fato, não podemos negar que a COOPERAÇÃO, “atributo do modo como os seres humanos se organizam”, brotou beneficiada da quase unânime condição que se encontram muitos cidadãos, no modo de ser e ver a vida, ou seja, sem escolha, sem importância. 

Naturalmente, espontaneamente, perseguiram a risca o lugar nenhum, ou a terra do nunca.

“Minha Vida/ era um palco iluminado / eu vivia vestido de dourado / palhaço das perdidas ilusões...” 
(Chão de Estrelas).